quarta-feira, 27 de junho de 2012

Redes Sociais e a Escola


Escola e mídia. Duas instituições que estão cada vez mais próximas e, ao mesmo tempo, distantes. Embora não faltem teorias, estudos e cursos que defendam o trabalho conjunto entre elas, a interface não é das melhores. Muitas escolas ainda não sabem lidar com os meios de comunicação, cada vez mais presentes, influentes e ao alcance de crianças desde a Educação Infantil.


Quais são os desafios para aliar tecnologia à educação?



O Uso Da Tecnologia Na Educação Especial

Robson Carlos Lima*
Resumo.Nos dias atuais a importância da tecnologia na área da educação é muito discutida, mas quando falamos de educação especial ela se torna quase obrigatória, uma vez que muitas pessoas dependem desse meio para ter acesso ao aprendizado e adquirir as competências básicas que são de direito de todo cidadão. Aliar tecnologia à educação especial é garantir o direito de acesso ao conhecimento, dando ao indivíduo uma chance de mostrar seu potencial como qualquer cidadão considerado 'normal' perante a sociedade.
Palavras-chave: Tecnologias, educação especial, avanço tecnológico, inclusão digital.
Abstract.Nowadays the importance oftechnology in the educacional area is very discussed, but when we talk about special education it becomes almost obligatory,when we say that many people depends on this way to have an access to learn andbasical competences. To allow tecnology for special education is garantee the right of access to the knowledge, giving to every person the chance to show his/her potenciallike any citizen considered normal to the society.
Keywords:Technologies, special education, technological advance,digital inclusion.

1.Introdução
Hoje em dia muito se tem falado sobre Educação Especial, Inclusão Digital e outros termos que fazem do computador importante ferramenta de auxílio no aprendizado de muitas pessoas com necessidades especiais. Essa ferramenta desde que bem utilizada poderá trazer evoluções consideráveis. O uso desta nova tecnologia nas escolas constitui-se um verdadeiro laboratório, onde se desenvolvem experiências e observam-se reações e resultados. De acordo com Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade "No campo da Educação Especial quando falamos de 'inovações' estamos apenas apontando o que de ferramentas visíveis estão em uso junto ao educando com necessidades especiais" [1]. Não percebemos, muitas vezes, que atrás de tudo isso possui também outros tipos de tecnologias e aparatos tecnológicos que auxiliam o educando no processo de aprendizagem. Alguns métodos utilizados na transmissão de conhecimento, obviamente nunca serão deixados de lado, como antigos inventos encontramos a lousa, o giz, o apagador. Mais para muitas pessoas utilizar métodos como esses citados, torna-se extremamente impossível, pois possuem necessidades que apenas a tecnologia de ponta poderá auxiliar, sendo assim a introdução do computador e ou da tecnologia da informação na sala de aula para Educação Especial tornou-se uma saída tecnologicamente necessária. A idéia de resolver esse 'problema' dando ao aluno o direito de participar, de aprender e ter uma convivência educacional como qualquer outra pessoa, fez com que muitos órgãos e empresas de Tecnologias da Informação investissem em estudo e desenvolvimento de programas de assistência às pessoas especiais. Vemos que a preocupação em ensinar e aprender, é cada vez mais crescente, com esse empenho poderemos quebrar todas as barreiras, levando educação e conhecimento para todos, não importando o grau de necessidade especial, mais sim a constante "sede" de aprender.
2. Estudantes Especiais
Muitos cuidados são tidos com pessoas portadoras de necessidades especiais (temporários ou passageiros) entre eles destacam-se: a preparação de docentes para que possam compreender e assim transmitir o conhecimento de forma mais natural; e o investimento em tecnologia especializada, aliando dessa forma o ser humano e a máquina para juntos desenvolverem trabalhos e estudos quebrando barreiras até então encontradas. Na realidade encontram-se também alguns alunos que necessitam de um atendimento especial, mais de um outro nível ou uma outra forma. Existem os estudantes considerados normais perante uma sociedade que ostenta um "padrão" intelectual. Dentro desse universo "padronizado" há os que não se enquadram perfeitamente nessa denominação, que são os chamados alunos especiais. Mais a expressão "ter um aluno especial" não quer dizer necessariamente que seja uma pessoa deficiente física, ou mental. Existem então os alunos considerados lentos (vagarosos) e os considerados rápidos (dotados), o atendimento adotado a esses alunos, em especial, muitas vezes são repelidos pelo público e apontados como "antidemocrático" [2], mais esse apontamento já não acontece com os deficientes físicos, pois a sociedade normalmente acredita naquilo que vê, no que algo físico, sendo assim não compreende muitas vezes uma criança ou um adulto que possui leve insuficiência auditiva ou baixo poder de assimilar conhecimentos. Diante desta realidade os desenvolvedores de tecnologia devem estar atentos para que todas as pessoas especiais por leves que sejam seus problemas - sejam atendidas, e com isso trazendo e mostrando à sociedade uma forma justa de colaboração, eliminando todo tipo de discriminação que possa ser gerado dentro do grupo.
3. O computador na sala de aula
A importância da tecnologia aliada ao ensino seja presencial, seja à distância, é inquestionável, uma vez que auxilia muito no processo ensinar-aprender. Quando falamos em educação especial e em deficiência física, essa afirmação torna-se ainda mais importante e necessária, visto que grande parte das pessoas portadoras de deficiências dependem da tecnologia para poderem realizar suas tarefas. A palavra Inclusão Digital nunca foi tão citada como hoje em dia. Governos e Organizações Não Governamentais estão cada vez mais empenhados em distribuir oportunidades de acesso à tecnologia. Mas não nos iludamos, pois embora estejam empenhados, essa é uma luta constante e trabalhosa. Vale lembrar também que não é o uso do computador que fará que todos os objetivos almejados sejam alcançados, é antes de tudo uma postura educacional. É o profissional do ensino trabalhando como um facilitador e criador de condições para que esses objetivos sejam alcançados. Outro fator vem à tona então: o educador.
Então além de termos computadores de última geração, softwares capazes de tornar o ensino especial mais prático e didático, é necessário um material humano devidamente preparado para operá-lo e dar o suporte necessário ao educando especial.
O mesmo deverá receber também uma constante reciclagem para que suas habilidades estejam sempre à disposição da melhor forma possível ao educando. Não esquecendo, é claro, da reciclagem que além da atualização tecnológica serviria também como uma injeção de ânimo e motivação para que o educador esteja sempre apto a desenvolver sua função da melhor forma possível.
Diante desses fatores podemos observar alguns objetivos a serem alcançados com o uso do computador na sala de aula:
-Aumentar a auto-estima e autonomia do educando;
-Fazer com que ele experimente o sucesso;
-Mostrar que com o erro é uma etapa necessária para o aprendizado;
-Auxiliar o desenvolvimento cognitivo;
-Acompanhar o aprendizado respeitando os limites de cada educando;
-Demonstrar a importância do trabalho coletivo
-Desenvolver linguagem, leitura, raciocínio e atitudes
Vale ressaltar que esses objetivos foram elaborados sob um referencial psicopedagógico, onde analisa o educando de uma forma global em suas múltiplas facetas [3].
4. Mais tecnologia, menos limites
Com o grande avanço da Tecnologia, as barreiras que delimitam espaços geográficos e também limites físicos estão sendo quebrados e deixados para trás. O ser humano seja trabalhando ou estudando, está tendo um novo conceito sobre limites. O ensino à distância é um exemplo claro do avanço tecnológico. Videoconferências são comuns hoje em dia em escolas (para professores), empresas e outros locais que necessitem de reuniões dinâmicas, rápidas e com grande participação dos membros (que antes não seria possível pela distância). Se não fosse esse aparato tecnológico nossa realidade hoje, seria diferente. Temos consciência, é obvio, que ninguém vive (ainda) num mundo dominado pela tecnologia, como naquele desenho da família Jetson [4], onde basta pedir algo para um robô que ele atende. Nosso mundo é de pessoas que buscam a cada dia encurtar as distâncias, e quebrar os limites. O mais importante é que não são quebradas apenas as barreiras geográficas e as barreiras que existem entre uma pessoa deficiente e o aprendizado especial, mas também as barreiras de preconceito. A Tecnologia definitivamente pode ajudar muito no processo de aprendizado, pois dá condições necessárias para o educando. A internet também soma como um fator positivo na 'distribuição de conhecimentos', uma vez que pode ser acessada de qualquer ponto a qualquer hora. Ronaldo Correa Jr., de Recife, diz em seu site que "a Internet é o único espaço em que a minha normalidade é evidente. Lá eu posso ser eu mesmo, independentemente do que meu corpo é capaz de fazer. Ter acesso ao mundo todo pela tela do computador melhorou muitíssimo minha qualidade de vida..." [5]. Com paralisia cerebral e quadriplegia Ronaldo mantém contato com seus amigos digitando textos com os dedos dos pés e também aproveita para estudar por conta própria muitas matérias. Esse é um exemplo real de como as barreiras podem ser quebradas com o avanço tecnológico.
Podemos concluir que diante dos fatos do dia a dia, o uso da Tecnologia na Educação Especial é além de importante, necessário. Investir em estudos ou projetos nessa área é antes de tudo garantir que o direito básico à educação seja cumprido, sem nenhum tipo de discriminação, como diz o Artigo XXVI da Declaração Universal dos Direitos Humanos: "1. Todo homem tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito[...]"[6].
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pode-se afirmar que a educação especial e tecnologia podem caminhar lado a lado e rumo ao mesmo objetivo: A inclusão. E que trabalhando com a tecnologia correta para cada caso, pode-se diminuir a exclusão e mostrar ao mundo que não são apenas padrões físicos que devem ser levados em conta, mais sim éticos, morais e intelectuais.
Uma pessoa portadora de deficiência pode realizar muitas tarefas, só que para isso muitas vezes necessitará de uma ferramenta, a tecnologia. Portanto não importa como você faz algo, mais sim o que faz e como supera as dificuldades.
6. REFERÊNCIAS
[1] DEFNET. Disponível em: . Acesso em: 10 de junho de 2006.
[2] SAWREY, J. M. e Telford, C. W. Psicologia Educacional. Rio de Janeiro: AO LIVRO TÉCNICO, 1969.
[3]QUAL A RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E INFORMÁTICA?. Disponível em: <http://www.sul-sc.com.br/afolha/pag/eduinfor.htm>. Acesso em: 10 de junho de 2006.
[4] CARTOON NETWORK. Disponível em: . Acesso em 01/07/2006
[5] DEDOS DOS PÉS. Disponível em: . Acesso em: 10 de junho de 2006.
[6] ROCHA, R. e ROTH, O. Declaração Universal dos Direitos Humanos. São Paulo: SALAMANDRA, 2003.
* Discente da FATEC Faculdade de Tecnologia de Ourinhos-SP

retirado de: http://www.webartigos.com/artigos/o-uso-da-tecnologia-na-educacao-especial/1880/

Tecnologia é mal utilizada na educação brasileira


Tecnologia é mal utilizada na educação brasileira

O Brasil não sabe aproveitar os recursos da tecnologia para a melhoria da educação. Esse foi o consenso dos debatedores do “Educar para quê?”, no evento DNA Brasil – 50 Brasileiros Param para Pensar a Vocação do País, realizado em Campos do Jordão, interior paulista, neste final de semana.

Conforme o ex-secretário municipal da Educação de São Paulo, Fernando J. de Almeida, muitas escolas usam o computador e a Internet como um substituto do professor. Também é freqüente a utilização da tecnologia como mero aparelhamento dos estudantes.

“Algumas escolas ensinam o mínimo de informática aos seus alunos para, futuramente, enfrentarem bancos, escritórios e serviços de automação em geral. Isso gera exatamente o que a gente não quer, que é a falta de pensamento, de reflexão. Toda vez que a tecnologia é utilizada com esse sentido de facilitar, poupar, a educação é prejudicada”, afirma.

No entanto, a escola, instituição ou organização não-governamental possuidora de um bom projeto pedagógico, provocador, crítico e dialógico, pode potencializar sua qualidade de ensino com o computador e as tecnologias em geral. A informática, usada de maneira inteligente, é capaz de ampliar o espaço da discussão, registrar erros, conquistas e até revelar o estilo cognitivo de uma classe escolar.

“Esse lado da tecnologia é imensamente bem-vindo. Ele não substitui o professor. Ao contrário. Ele exige um educador melhor, um desequilibrador, um sintetizador, um utopista. O computador vira um instrumento com a qual se pensa, e não um instrumento que pensa por alguém”, ressalta Almeida.

Na opinião do ex-secretário, a tecnologia fará cada vez mais parte da formação educacional. O educador e escritor Rubem Alves concorda e vai mais além. Para ele, daqui a alguns anos, não haverá mais sala de aula em muitas escolas. “Qualquer lugar será lugar de aprender. Não existirá hora, porque o aluno não falará “vou aprender 45 minutos”. Ele entrará na Internet e vai ficar o dia todo se quiser”, aposta.

Mas apesar dos benefícios que a tecnologia pode trazer à educação, grande parte dos debatedores não dispensa o modelo tradicional de ensinar. “A Internet, o computador e aparelhos do gênero podem ajudar muito. Entretanto, nada substitui a imagem do professor, a presença humana”, enfatiza o físico e educador Moyses Nussenzweig.

artigo retirado do sit
http://aprendiz.uol.com.br/content/drovitresh.mmp

quinta-feira, 7 de junho de 2012

projeto didático: Meio Ambiente


Proposta Pedagógica – Projeto Bimestral

Fundamentação teórica:
O homem se comunica pela linguagem. Tem acesso à informação, expressa e defende as suas opiniões, partilha ou constrói visões de mundo, enfim, produz conhecimento.
Os Paramentos Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (PCN/LP) destacam que: a linguagem é uma forma de ação interdirecional orientada por uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos de sua história [p.22-31].
A escola tem a responsabilidade de garantir aos alunos o domínio da língua oral e escrita, pois é ela o instrumento que lhes dá acesso a uma vida social plena. A língua é uma forma de comunicação necessária para o exercício da cidadania, pois amplia as possibilidades de partilha de informação e conhecimento.

Título:
Seja responsável: preserve a natureza!
 Tema:
Responsabilidade e consciência ambiental

Justificativa:
Tendo em vista as dificuldades encontradas pelos alunos em ler e compreender as múltiplas linguagens que o cercam. Pensamos nesse projeto onde os alunos vivenciarão a leitura, compreensão e a produção dos mais diversos gêneros discursivos orais e escritos, como propagandas, cartazes, reportagens, notícias, canções, poemas, textos informativos, folhetos, gráficos e mapas, contos, fábulas, crônicas, textos impressos em embalagens e rótulos, etc. Dessa forma serão levados a perceber a função social da escrita.
A proposta desse projeto envolve os alunos numa campanha publicitária em defesa da preservação do nosso planeta. Os diversos textos produzidos pelos alunos vão compor a campanha voltada para a divulgação da responsabilidade e da consciência ambiental com o intuito de sensibilizar os envolvidos, colegas, pais, professores e toda comunidade para essa questão.



Objetivo Geral:
 Fornecer ao aluno instrumentos que o levem a observar, compreender,
analisar, criticar e relacionar as múltiplas linguagens que o cercam.


Objetivos específicos:
·         Colaborar para a ampliação do universo de leitura dos alunos;
·         Identificar o tema tratado e a abordagem oferecida pelo texto;
·         Localizar informações explícitas e implícitas num texto
·         Compreender a o sentido de uma palavra ou expressão a partir do contexto;
·         Produzir textos dentro de um gênero proposto;
·         Ler e comparar diferentes textos sobre o mesmo tema, confrontando-os e estabelecendo relação de semelhanças e diferenças;
·         Perceber os elementos linguísticos e discursivos dos diferentes gêneros, investindo em sua instrumentalização como leitor e escritor competente;
·         Expressar suas ideias e sentimentos, assumindo um posicionamento critico diante do que lhe é proposto, de acordo com sua vivência e seus valores.


Conteúdos:
Ø  Leitura
Ø  Escrita
Ø  Compreensão leitora
Ø  Produção de textos orais e escritos

 Metodologia:
Ponto de partida: criação de campanha educativa
Convidar a turma para assistirem ao filme: Mogli, o menino lobo.
Trocar ideias sobre o ambiente retratado no filme.
Refletir a cerca de questões como: Como o homem está explorando nosso planeta? O que está sendo prejudicado? Há algo a ser feito? O quê? Como fazer? Etc.
Propor à turma uma campanha sobre a importância da preservação do nosso planeta com o título:
Seja responsável: preserve a natureza!
Onde a turma irá refletir sobre a responsabilidade que cada um tem de transformar a realidade atual, mudando atitude e comportamentos para ajudar na preservação do meio ambiente. Para isso vão ler textos publicitários, reportagens, letras de musicas, poemas, etc. Irão produzir textos para uma campanha de conscientização sobre os problemas que a destruição do meio ambiente causa ao homem e à natureza. Essa produção será apresentada no lançamento de campanha que ocorrerá na escola num dia combinado. Serão convidados a participar desse evento pessoas da comunidade onde mora, da sua escola e da sua família.

1ª etapa:
Leitura de textos publicitários e produção de cartaz e painel
Em grupo os alunos irão observar uma propaganda com o título: E aí que escolha você vai fazer? (fonte: Revista Superinteressante, 15 dez.2007). Relacionar as datas no topo da imagem com o texto na parte inferior da propaganda, refletir sobre a pergunta (título) Discutir em grupo sobre o ato de preservar a água e o ato de desperdiçá-la. Trocar ideias sobre pequenas mudanças que cada um pode fazer para conservação da vida no planeta.
Produzir cartazes com as situações apresentadas como se estivessem dando dicas de como preservar a água do nosso planeta.
Observação de outro texto publicado no dia mundial da água pelo Jornal do Brasil,22 mar.2007.
Conversar sobre a estrutura do texto data da publicação, a mensagem, ilustração, a fonte, os patrocinadores etc. Onde é comum encontrarmos textos desse tipo, o que eles transmitem e outros anotar sempre em cartaz ou na lousa as conclusões do grupo. Propor que pesquisem em jornais, livros, revistas e na internet sobre o assunto. Dispor material para os alunos e ajudá-los a selecionar textos, fazerem anotações, separar material para montagem de um painel.

2ª etapa:
Leitura de reportagem e elaboração de dicas.
Não é somente a questão do consuma e desperdício da água que atinge o planeta Terra. Os alunos irão ler alguns textos para se informar sobre outros problemas que estão prejudicando o meio ambiente.
Texto: 30 dicas para cuidar do planeta revista recreio, ano 2.n.60,3 de maio 2001, p.8-11.
Em duplas trocarão ideias sobre a mensagem e a organização do texto em partes. Anotar no caderno o que cada um pode fazer em casa, na escola, na rua para ajudar a cuidar do planeta, mostrando o que é certo e denunciando o que é errado. Reproduzir em pequenas tiras de papel, algumas dessas dicas, para serem distribuídas no dia do lançamento da campanha.

3ª etapa:
Leitura de notícia e produção de cartaz.
Animais e plantas também são vítimas da natureza maltratada. Para se informar melhor sobre o assunto os alunos irão ler: A lista vermelha da extinção, o Globo, 13 de set.2007.
Em duplas ou trios observarão onde e quando a matéria foi publicada, o assunto principal, a linguagem, além dos depoimentos dos entrevistados. Discutam sobre os perigos que a flora e a fauna do planeta estão sofrendo, retirem também da notícia as causas e consequências do comportamento do homem diante da natureza e registrem-nas.
Com material de sucata, folhas secas, gravetos, retalhos de papel ou tecidos, recortes de jornal, livros etc. Montem um cartaz com as anotações e ilustrem com o material de sucata e guardem para o dia do lançamento da campanha.

4ª etapa:
Leitura e produção de propagandas
Em grupo ler várias propagandas observando a relação entre o texto escrito e as imagens fazendo a compreensão oral e escrita.
Agora é o momento de criar a propaganda.
Pra ajudar na produção é importante que retomem todas as anotações feitas durante as aulas; planejando o que vai escrever, para que e para quem e como vai escrever.
Nessa etapa serão feitos rascunhos leituras das produções e várias revisões.

5ª etapa
Leitura de letras de músicas e produção de varal de poesias.
Ouvir as músicas relacionadas com o tema trabalhado fazer leitura das letras dessas musicas cantá-las.
O homem se comunica pela linguagem. Tem acesso à informação, expressa e defende as suas opiniões, partilha ou constrói visões de mundo, enfim, produz conhecimento.
Conversar sobre outras músicas que conhecem que também tratam desse tema.
Selecionar poemas para leituras e ilustrações. Organizar um varal de poesias.
Ponto de chegada: Lançamento da campanha educativa
Este é o momento de organizar os trabalhos para o lançamento da campanha: Seja responsável: preserve a natureza!
Juntem todos os textos produzidos, ilustrados e pesquisados. Em conjunto definam um local para expor os materiais, programem leituras de textos variados sobre o tema, façam coreografias com as músicas trabalhadas, dramatizações, distribuam muitas cópias das dicas com mensagens ecológicas e do folheto que produziram. Com tudo pronto convide seus colegas de outras turmas, pais, professores, e comunidade para prestigiarem o lançamento da campanha que desenvolveram em sala de aula.

 Recursos:
Livros, filmes, propagandas, jornais, revistas, aparelhos de som, DVD, Internet, sucatas, etc.
 Avaliação:
Será realizada em diferentes momentos, em situações variadas, partindo do fazer dos alunos, ajudando-os a compreender os fenômenos que nos cercam facilitando a relação sujeito-objeto.

Fonte:
Miranda, Claúdia; Rodrigues, Vera Lúcia. Coleção Aprendendo Sempre, Língua Portuguesa, 4º ano.
Ed. ÁTICA

segunda-feira, 28 de maio de 2012

De volta aos trabalhos- Memórias Leitoras


Trechos das memórias leitoras de Lidinei Santana
...      Escolhi o curso de magistério por achar muito bonito quando meus professores falavam na frente, liam aqueles textos interessantes e explicavam de uma forma tão bonita que chamava minha atenção.
     No ano de 2000 me formei em magistério e logo fui trabalhar como secretária na Câmara de Vereadores do município de Wagner por quatro anos e durante esse período eu tinha que fazer as atas das sessões e fazer a leitura em Plenário, no inicio eu ficava insegura pois eu tinha dificuldade mas depois fui me acostumando e me aperfeiçoando melhor na elaboração das atas, passei a ler mais. Depois mudei de serviços fiz o concurso público do Município e passei. Porém comecei trabalhando como coordenadora das turmas multisseriadas. Este trabalho foi muito importante na minha vida, pois foi nesse período que passei a ter o hábito de leitura.

Leila Santana e a construção da Leitura
... De posse da leitura aos oito anos, me lembro que lia por obrigação na escola, algumas vezes por necessidades, hoje sei que lia porque eu já tinha propósitos definidos, sempre fui muito responsável, não me lembro de ter esquecido um texto de qualquer apresentação que fiz ao longo da minha vida, lia para encenar, declamar ou ler para os colegas da escola nos grêmios das sextas-feiras. Lembro bem que li muitos textos informativos acerca das datas comemorativas e declamei muitas poesias, quadrinhas e li muito teatro para apresentar, eram as chamadas dramatizações. O único livro que tive em minhas mãos eram os livros didáticos, o primeiro que ganhei foi o Novo Testamento que ganhei na escola. Não posso negar que sempre vivi com os cadernos nas mãos e até hoje não consigo me desligar, sou apaixonada pelas letras que dão sentido.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

NOSSOS TRABALHOS PARA ED. INFANTIL


Agora as determinadas, sao as ATREVIDAS!


somos o que somos e a nossa cor, nao nos torna diferente de ninguém. Preconceito ta fora de moda!!!!

4º seminario de PEDAGOGIA


ENQUANTO O BRILHO DOS OLHOS, FOR MENOR QUE A COR DA PELE, HAVERÁ GUERRA! Bob Marley.


DESTA VEZ ESTUDAMOS E APROFUNDAMOS CONHECIMENTOS SOBRE A LEI 10.639/03 QUE PERMITE REFLETIR A IMPORTANCIA DA CULTURA AFRO E DAS SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO.

terça-feira, 27 de abril de 2010